Slow Fashion e o consumo consciente

Foto: http://www.hemphumans.com/

Já pensou em ter qualidade no lugar de quantidade?

É esse o assunto de hoje na nossa #umanooff.

Com a moda cada vez mais rápida, as vezes precisamos parar, dar um passo atrás e nos perguntar:

Vale a pena apostar em peças descartáveis? Pois o que é moda hoje amanhã já não serve mais.

E a frase abaixo pode nos dar uma idéia de como estamos cada vez mais consumistas e consumindo moda passageira e um estilo que muitas vezes não nos serve.

É aí que entra Slow Fashion, que preza o consumo consciente. Ele valoriza compras em brechós, trocas com as amigas e o meu favorito: A visita àquela costureira amiga.

Ele nos garante um estilo único e nos poupa de certos constrangimentos como estar numa festa e encontrar umas dez pessoas com a mesma estampa, roupas ou sapatos idênticos.

Claro que aderir ao slow fashion vai muito além de exclusividade e estilos próprios, ele é também uma forma de protesto contra os impactos da moda fast, tais como uma mão de obra escrava, produtos de baixa qualidade e um ciclo vicioso onde mal terminamos de pagar e já estamos comprando novamente a tendência do momento ou a peça já está toda esfarelada e gasta logo na terceira lavada.

Temos também a favor do Slow Fashion a criação de peças atemporais, valorização da produção local como as costureiras e pequenos ateliers, peças com tecidos diferenciados e caimento perfeito, onde a moda se encaixa em nossos corpos e estilos e não o contrário.

Eu sou fã de fazer minhas próprias roupas e meu guarda roupas conta com dezenas delas, feitas exclusivamente para mim e com materiais de minha escolha.

A Cidinha é craque em realizar minhas idéias e o resultado não poderia ser melhor, abaixo algumas das produções dela:

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Beijokas !!

Até a próxima!!

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