Desafio do Closet.

A querida Ana Claudia Leoni, do @dinheiro_com_atitude (Se não segue, está perdendo) tem um desafio super maneir rolando por lá o #desafio do closet.

Claro que ela já está partindo para o terceiro mês, mas como tudo é válido nessa vida, resolvi tentar mesmo atrasada.

E aproveitando que o inverno está indo embora e a estação das flores já está batendo à nossa porta junto do calor, nada mais divertido que dar novas caras e combinações aquelas peças a muito esquecidas em nossos armários.

Esse também é um jeito de ter um consumo mais consiente, pois assim acabamos por evitar compras desnecessárias.

Abaixo as regrinhas do desafio. Então se jogue, desafie-se e torne-se única!!

1⃣ não vou comprar nenhuma peça de Closet por 6 meses, porque não preciso e sou determinada.
2⃣ não vou repetir meu look nesse período, pois sou criativa e tenho o suficiente.
3⃣ vou anotar tudo que deixar de gastar nesse período, porque sei dar valor ao dinheiro que produzo.
4⃣ vou desafiar minhas amigas nesse desafio comigo, assim nos ajudamos mutuamente.
5⃣ vou me divertir! Pois sou dona das minhas decisões!!!! ️

Vou atualizando a cada semana meu progresso.

E uma dica interessante é: Tente separar os looks da semana, assim facilita bem a vida na hora do aperto…

Minha História com a moda

Todo mundo tem uma história com a moda, um momento na vida em que a roupa que usou foi importante, marcante. A minha é essa:

Até os 10, 12 anos vestia o que minha mãe mandava, mas amava os vestidos feitos com os tecidos enviados pela vovó, algumas vezes com um sapatinho de boneca ou então aqueles conjuntinhos de bermudinha e camiseta comprados nas famosas baciadas das lojas Pelicano.

Até os 15, aquele combo confortável de camiseta e legging, ou jeans e tênis ou Ked’s (foi um sufoco ganhar um então só usava em raras ocasiões).

Até que conheci meu namorado (atual marido) e foi a primeira vez que me arrumei pra alguém, não pensando somente em mim. Também foi a primeira vez que a roupa me marcou. Eu usava um jeans marrom, uma camiseta polo e o tal Keds e uma mochila branca que não saia das minhas costas, hoje jamais iria encontra-lo assim, mas naquele dia eu me senti linda, confiante, era meu primeiro encontro, e o jeito como ele me olhou me marcou muito.

Já no segundo encontro eu estava com uma baby look de listrinhas rosa e branca e jardineira jeans, ah de havaianas nos pés (aquelas branca de tirar azuis), afinal eu não tinha tantos sapatos quanto hoje.

A partir desse ponto, do meio jeito meio torto passei a me vestir de acordo com que achava que as pessoas gostariam de me ver, afinal até o momento eu era a “moleque da família”.

A primeira vez que usei salto, foi presente de natal do namorado, e eu nao tinha a mínima ideia de como usar.

Minha primeira mini saia foi presente do namorado era verde e combinei com uma regata preta de um tecido mais fino. Essa foi a primeira vez que me senti feminina, uma mulher adulta. Acreditava estar pronta para as minhas escolhas, afinal minha mãe não estava por perto pra opinar e me senti o máximo por ter escolhido sozinha.

Já no primeiro emprego, precisava estar bem arrumada, foi aí que me encantei pela alfaiataria, com meu primeiro salário acabei comprando calças, camisas e blazers, foi uma felicidade só, afinal eu estava parecendo responsável aos olhos dos meus superiores.

Logo que saí desse emprego, passei por um momento turbulento no trabalho, resquicios daquela época ainda me acompanham. Então para aliviar a tensão, eu comprava comprava cada vez mais e sem sentido algum, e isso somado ao fato de que eu estava completamente desleixada com minha aparência, eu era um desastre ambulante, nesse ponto gostar de moda, se tornou um tormento em minha vida.

Até que conheci um anjo, que fez uma limpa na minha imagem e até hoje me ajuda a moldar meu estilo, confesso que ver boa parte do meu armário indo embora, me causou uma dor emocional que achei que nao pudesse sentir.

Ainda guardo algumas peças daquela época, apenas para me lembrar de onde vim.

Um guarda-roupas não é feito apenas de peças boas ou ruins, mas é um baú de memórias, um acervo para que possamos nos lembrar de moments bons ou maus. Pois querendo ou não sempre que pegamos algumas peças nos lembramos de algo que de algum jeito marcou nossa vida.
E você qual sua história com a moda?

E com esse pequeno texto, dou início ao desafio do closet N0??? Pela enésima vez vou tentar rs.

*PS: o texto acima é de minha autoria, por favor não o utilize sem os devidos créditos.

#Sundayreflections 2 – Quando mais é demais!


Estou em processo de mudança e adaptação, tentando cuidar mais do meu corpo e ainda mais da minha mente, e isso inclui minha compulsão por compras.

Acontece que eu sempre fui de comprar, nunca gostei de pedir emprestado, então sempre tive um pouco de tudo e isso reflete bem em meus armários, é muita coisa para uma pessoa só e eu não uso nem a metade do que possuo, pois sempre tinha uma coisa nova e na moda que o antigo não satisfazia, mesmo estando novo e sem uso.

Deixar de comprar está me forçando a usar mais o que tenho, me reinventar no meu próprio armário e também  perceber o erro de possuir tanto e não usufruir. 

Um exemplo real são meus sapatos, só nos últimos meses perdi cinco pares. Um deles, uma sandália maravilhosa se deteriorou apenas de ficar guardada, foi usada apenas 3 vezes e mesmo armazenada com tanto carinho, foi consumida pelo tempo. Também perdi alguns para a Laila, que adora comer alguma coisa pela casa.

Não quero dizer “Pegue suas coisas doe ou venda tudo”, para depois recomeçar do zero e comprar tudo novamente, vá refinando suas escolhas, comprando o que vai realmente usar, e porque não dar novas chances ao que já tem?


Com esse pensamento em mente, em julho (próximo ao meu aniverários)  fiz uma enorme limpeza no meu armário, eu mantinha um guarda roupas enorme lotado e mais 4 malas (2 grandes e 2 pequenas) lotadas de roupas me esperando emagrecer. Além de 2 sapateiras e 3 caixas lotadas de sapatos.


Abaixo da pilha de roupas, tinha mais uma mala grande escondida.

Todas as roupas, aprox. 900 peças

Provei todos os sapatos, só para lembrar que a maioria deles não uso por serem desconfortáveis.

Todos os sapatos. Aprox 90

Abri a mente e me joguei de cabeça. Perdi o sábado e trancada naquele quarto apenas provando tudo, nem ligerie que tenho a séculos escapou.


A primeira sacola começando a encher!!!!



Para minha surpresa não sofri tanto para desapegar quanto eu imaginava e o saldo final foi:


* Mais de 100 peças de roupas e 20 pares de sapatos para doação;


* 3 pares que se desfizeram só de provar (imagina se eu to na rua e acontece isso?);


* Umas 30 peças que foram para o lixo, pois estavam tão velhas que não dava nem pra doar;


* 2 Bolsas e 20 cintos (Sério?).


2 Sacos e mais duas sacolas de roupas.


Alguns dos sapatos, depois dessa foto achei mais uns que caíram num cantinho durante a separação.



Para minha supresa das 4 malas cheias apenas 3 peças voltaram para o armário. Já do armário saíram muitas peças.


Não vou mentir e dizer que me livrei de todas as roupas que estavam nas malas, como estou em processo de emagrecimento, guardei algumas mas couberam todas em uma única mala.


Analisando friamente a minha situação, acredito que dá para reduzir ainda mais e ser muito mais feliz.


Mas, mais uma vez eu repito:


Consumo consciente não é jogar tudo fora e começar do zero, é acima de tudo aproveitar o que temos, nos libertar do que não nos serve e a partir desse ponto fazer escolhas consciente e de qualidade.


Tudo é um processo lento, pois precisamos nos adequar as mudanças que surgirão e não se esquecer: Durante o processo procure se divertir e se sentir confortável em suas escolhas. Pensando nessa grande mudança, vou rescussitar a #umanooff e mostrar lá que dá pra montar looks interessantes com o que temos em casa e que dá sim pra fugir das tentações das lojas (Vou tentar novamente ficar um ano sem comprar, será que dessa vez eu consigo??)


Beijos.

Sobre metas, metinhas e metões – o saldo da semana!!!

Quando escrevi esse post me comprometi com algumas metas semanais, pequenas para que eu consegui atingir alguns objetivos a curto prazo.

Pois bem, consegui cumprir dois terços das metas estasbelecidas. 

Não gastei com superfulos e nem sai da rotina alimentar que estabeleci, como resultado 1 quilo a menos na balança e uma calça maravilhosa que estava encostada acabou entrando em mim sem grandes sofrimentos.

Um pequeno saldo da semamna!!!! ebaaa

Apenas não consegui ir até a academia, pois estava com uma dor terrivel nas costas e resolvi nao forçar, mas sabe assistindo ao programa QUILOS MORTAIS (assisto aleatoriamente pelo Youtube), percebi que muito das desculpa que eu dou são apenas uma forma de fugir da responsabilidade comigo. 

Acredito que o programa não mostra apenas o processo de perda de peso, mas sim a jornada daquelas pessas em se descobrirem dentro de si, um passinho de cada vez, numa busca lenta e constante por um objetivo.

Então a solução é me dedicar um pouquinho, mais para assim conseguir atingir meus objetivos.

As metas para a próxima semana são: 

  • Academia 3x na semana ou pedalar 2x;
  • Ficar na dieta e não cometer exessos;
  • Não gastar com supérfulos;
  • Começar novamente o desafio do closet, (seis meses sem compras),

Beijos, até sábado!!!

Ame-se acima de tudo


Uma reflexão no fim da noite.


Pelo direito de ser quem você desejar….

Já parou para pensar em quantas vezes já se sabotou? 

Deixou de comer algo pois dizem que engorda? 

Já deixou de usar o que gosta apenas por não estar na moda?

Ou então usou algo apenas para estar “na moda” e encaixar no coletivo?

Não estou dizendo para se descuidar da saúde, ou qualquer outra coisa, estou apenas propondo para tirar um minuto do seu dia e refletir um pouco sobre as escolha que faz, colocar-se em primeiro lugar acima de tudo.

Usar uma roupa com a qual se sinta bem. Se olhar no espelho e se enxergar ali, se sentir confortável em sua própria pela.

De nada adianta estar na moda, com o corpo perfeito e a mente em pedaços, não conseguir apreciar um prato de comida ou sair de casa toda montada quando tudo que queria era um jeans velho e uma camiseta básica.

Pare pense: “Estou bem assim, gosto de mim assim?”

Se a resposta for não reveja seus conceitos, está incomodada por você ou pelos outros??

Se for a segunda opção, não pense muito, aproveite seu tempo com o que lhe faz sentir melhor.

Estou tentando me olhar no espelho, me enxergar, me reconhecer.


E se não se sentir bem, mude…. Mas mude por você, seja a melhor versão de si mesma, mas por você.

Pratique você também esse exercício.

  Como eu disse ontem, no post sobre as metas, comecei uma reeducação alimentar e estou tentando praticar mais exercícios, apenas quero lembrar que estou fazendo por mim, pela minha saúde, não pelos outros, estou tentando parar de pensar assim!!
 Beijos!!